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O leilão da Brasília

Era apenas mais um domingo. Como não sou muito ligado em futebol, decidi sair para encontrar velhos amigos. Deixei o Gol na garagem e chamei um carro via aplicativo. Assim que cheguei ao bairro no qual cresci, fui reencontrado os velhos amigos e fomos até a oficina do Rodrigo, ponto de encontro do pessoal nos finais de semana, cerveja gelada e sempre com um bom churrasco improvisado, coisas de vila.

Não pude deixar de observar em um canto meio esquecido uma Brasília, o carro bem judiado e com sinais de início de reforma. Observando mais atentamente, lembrei que aquela Brasília era o carro de transporte do açougue da dona Dilma, sócia do senhor Michel. Perguntei para Rodrigo o que o carro fazia parado ali. O mecânico sem mais cerimônias contou sobre o causo. Dona Dilma estava maquiando as contas do açougue, os funcionários avisaram seu Michel que logo deu um jeito de desfazer a sociedade. Ficou a Brasília como espólio e Michel deu início à reforma. Puxando pela memória fui lembrando de c…

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